domingo, 23 de agosto de 2015

A história do Ifá no Brasil.

A hegemonia terminou, mas a história continua.



Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

Um político e cientista italiano chamado Antônio Gramsci formulou o conceito de hegemonia. Para Gramsci, hegemonia é o domínio de uma classe social sobre as outras, em termos ideológicos, em especial da burguesia com as classes de trabalhadores.

Em nível conceitual, a hegemonia indica um equilíbrio entre o domínio e a liderança.
Em sentido figurado, a hegemonia indica uma supremacia ou poder de um elemento sobre outro, podendo ser pessoas ou coisas.

Historicamente o Ifá no Brasil deve homenagem a dois homens, o Bàbàláwo Nigeriano Fabunmi Sowunmi e o Bàbàláwo cubano Rafael Zamoura, esses dois sacerdotes construíram a imagem inicial do Ifá no Brasil.

O cubano Rafael Zamoura foi á pessoa que mais iniciou em Ifá no estado do Rio de Janeiro, com seu trabalho o sacerdote (Ogundakete) plantou uma semente que mantem até os dias de hoje o Ifá em destaque na cidade Carioca.

O Nigeriano Fabunmi Sowunm participou de um trabalho feito no estado de São Paulo no instituto Odùduwà de propriedade do babalorixá Siriku Salami, Baba Fabunmi com carinho e seriedade fez muitas iniciações em Ifá no estado de São Paulo, o sacerdote durante o tempo que esteve em nosso país ajudou a divulgar a religião tradicional yoruba.

O trabalho da família Aworeni do Ifá tradicional nigeriano também é muito conhecido no Brasil, principalmente no estado de São Paulo. Alguns dos Bàbàláwos dessa família também fizeram um trabalho de divulgação do ifá no Uruguai e Argentina.

Hoje a família que mais inicia em Ifá no Brasil é a família Agboola, esse trabalho foi iniciado á quase quinze anos pelo Bàbàláwo Oyeniyi Agboola.

Amanhã ou depois outras famílias poderão escrever uma história diferente no Ifá brasileiro, com mais sucesso ou com mais iniciações, com outros excelentes sacerdotes, mas a memória desses nossos antepassados deve ser respeitada.

A contribuição de Rafael Zamoura, Ifabunmi, Nelson Odi meji, Adilson Ogbe bara e tantos outros devem ser vista com carinho por todos aqueles que hoje fazem parte do Ifá brasileiro.
A hegemonia terminou, hoje temos inúmeras famílias divulgando o culto a Òrúnmìlà em nosso país, vamos olhar para o futuro com o respeito que nossos antepassados merecem.

Houve um tempo que o ifá era cultuado somente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, hoje o culto a Òrúnmìlà esta presente em todo o território nacional.

 Nós somos responsáveis por manter a imagem e o respeito que os orixás e seus sacerdotes merecem, o Ifá e os nossos antepassados merecem a nossa dedicação.

A união entre as famílias pode fortalecer o culto a orixá em terras brasileiras, juntos podemos identificar as pessoas que prejudicam o trabalho de nossos antepassados, agindo assim vamos garantir o respeito a nossos descendentes.

A história não vai ser diferente, em um futuro alguém vai escrever sobre o Ifá novamente, se o seu nome vai ser citado amanhã depende do seu comportamento hoje.

 Um Bàbàláwo tem que ser um exemplo, o sacerdote de Ifa tem um compromisso com a verdade e com a honestidade, nenhuma pessoa se faz Bàbàláwo ela nasce Bàbàláwo, infelizmente algumas com o passar do tempo se afastam dos seus destinos.

O itelodu da inicio a caminhada de um Bàbàláwo, a cerimônia é a retomada do destino, mas é o caráter do iniciado que vai caracterizar o seu comportamento, é com suas atitudes que ele vai conquistar o respeito e o direito de ser reconhecido como sacerdote.

 Ser um Bàbàláwo é uma eterna busca pelo seu melhor, é a manutenção permanente do bom caráter, é a elevação do espirito com base no conhecimento da doutrina de Òrúnmìlà.


Esse texto é uma homenagem á aqueles verdadeiros Bàbàláwos que escreveram a história do Ifá no Brasil.

Texto: Babalawo Ifagbaiyin Agboola.

A história do Ifá no Brasil.

A hegemonia terminou, mas a história continua.



Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

Um político e cientista italiano chamado Antônio Gramsci formulou o conceito de hegemonia. Para Gramsci, hegemonia é o domínio de uma classe social sobre as outras, em termos ideológicos, em especial da burguesia com as classes de trabalhadores.

Em nível conceitual, a hegemonia indica um equilíbrio entre o domínio e a liderança.
Em sentido figurado, a hegemonia indica uma supremacia ou poder de um elemento sobre outro, podendo ser pessoas ou coisas.

Historicamente o Ifá no Brasil deve homenagem a dois homens, o Bàbàláwo Nigeriano Fabunmi Sowunmi e o Bàbàláwo cubano Rafael Zamoura, esses dois sacerdotes construíram a imagem inicial do Ifá no Brasil.

O cubano Rafael Zamoura foi á pessoa que mais iniciou em Ifá no estado do Rio de Janeiro, com seu trabalho o sacerdote (Ogundakete) plantou uma semente que mantem até os dias de hoje o Ifá em destaque na cidade Carioca.

O Nigeriano Fabunmi Sowunm participou de um trabalho feito no estado de São Paulo no instituto Odùduwà de propriedade do babalorixá Siriku Salami, Baba Fabunmi com carinho e seriedade fez muitas iniciações em Ifá no estado de São Paulo, o sacerdote durante o tempo que esteve em nosso país ajudou a divulgar a religião tradicional yoruba.

O trabalho da família Aworeni do Ifá tradicional nigeriano também é muito conhecido no Brasil, principalmente no estado de São Paulo. Alguns dos Bàbàláwos dessa família também fizeram um trabalho de divulgação do ifá no Uruguai e Argentina.

Hoje a família que mais inicia em Ifá no Brasil é a família Agboola, esse trabalho foi iniciado á quase quinze anos pelo Bàbàláwo Oyeniyi Agboola.

Amanhã ou depois outras famílias poderão escrever uma história diferente no Ifá brasileiro, com mais sucesso ou com mais iniciações, com outros excelentes sacerdotes, mas a memória desses nossos antepassados deve ser respeitada.

A contribuição de Rafael Zamoura, Ifabunmi, Nelson Odi meji, Adilson Ogbe bara e tantos outros devem ser vista com carinho por todos aqueles que hoje fazem parte do Ifá brasileiro.
A hegemonia terminou, hoje temos inúmeras famílias divulgando o culto a Òrúnmìlà em nosso país, vamos olhar para o futuro com o respeito que nossos antepassados merecem.

Houve um tempo que o ifá era cultuado somente nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, hoje o culto a Òrúnmìlà esta presente em todo o território nacional.

 Nós somos responsáveis por manter a imagem e o respeito que os orixás e seus sacerdotes merecem, o Ifá e os nossos antepassados merecem a nossa dedicação.

A união entre as famílias pode fortalecer o culto a orixá em terras brasileiras, juntos podemos identificar as pessoas que prejudicam o trabalho de nossos antepassados, agindo assim vamos garantir o respeito a nossos descendentes.

A história não vai ser diferente, em um futuro alguém vai escrever sobre o Ifá novamente, se o seu nome vai ser citado amanhã depende do seu comportamento hoje.

 Um Bàbàláwo tem que ser um exemplo, o sacerdote de Ifa tem um compromisso com a verdade e com a honestidade, nenhuma pessoa se faz Bàbàláwo ela nasce Bàbàláwo, infelizmente algumas com o passar do tempo se afastam dos seus destinos.

O itelodu da inicio a caminhada de um Bàbàláwo, a cerimônia é a retomada do destino, mas é o caráter do iniciado que vai caracterizar o seu comportamento, é com suas atitudes que ele vai conquistar o respeito e o direito de ser reconhecido como sacerdote.

 Ser um Bàbàláwo é uma eterna busca pelo seu melhor, é a manutenção permanente do bom caráter, é a elevação do espirito com base no conhecimento da doutrina de Òrúnmìlà.


Esse texto é uma homenagem á aqueles verdadeiros Bàbàláwos que escreveram a história do Ifá no Brasil.

Texto: Babalawo Ifagbaiyin Agboola.

sábado, 15 de agosto de 2015

Orunmila e os falsos sacerdotes.



Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola.

Na noite passada conversando com uma amiga da internet me ocorreu fazer uma pesquisa no código penal brasileiro, fiz a seguinte constatação:
Artigo 307 Código Penal.

Atribuir-se ou atribuir à terceira falsa identidade para obter vantagem em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem:
Pena.

Detenção, de três (três) meses a 1 (um) ano, ou multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave.

O crime de falsa identidade:

Art. 304 - Fazer uso de qualquer dos papéis falsificados ou alterados, a que se referem os arts. 297 a 302:
Pena - a cominada à falsificação ou à alteração.

Pune-se quem faz uso (e não somente tem a posse) de documentos falsificados, públicos ou privados, oriundos das práticas criminosas previstas nos artigos 297/302: a) falsificação de documento público (art. 297); b) falsificação de documento particular (art. 298); c) falsidade ideológica (art. 299); d) falso reconhecimento de firma ou letra (art. 300); e) certidão ou atestado ideologicamente falso (art. 301); f) falsidade de atestado médico (art. 302).

A penaem nosso país para essa safadeza com agravante pode chegar á 15 anos na cadeia, mas nada acontece com os falsos sacerdotes de nossa religião.

Já na Nigéria além de ser preso o sujeito pode ser surrado em publico como forma de exemplo para coibir novas tentativas, mesmo assim nos maiores aeroportos do território yoruba é comum acontecer à prisão de falsos sacerdotes que enganam turistas menos avisados.

Imaginem se isso acontecesse no Brasil, ás prisões estaria lotadas, tem muita gente com casa bonita, roupa bonita e uma ficha policial bem feia, se passando por sacerdote para tomar o dinheiro do povo.

No território brasileiro vendedor de obi vira bàbàláwo, vendedor de roupa africana vira bàbàláwo e até muçulmano vira bàbàláwo é só desembarcar no aeroporto e o sujeito se transforma no maior conhecer sobre orixá.

Acontece que aqui tanto os brasileiros como os nigerianos não são presos por mentir que são sacerdotes, o máximo que acontece é o sujeito ser chamado de mentiroso.

Eu atendo vitimas desses mentirosos todos os dias, tem um em São Paulo que deveria estar na cadeia sendo que o próprio Oluwo dele diz que ele não é bàbàláwo, mas nada acontece.

Tem outro em Uberlândia que até responde alguns processo, mas segue em liberdade, engando e roubando as pessoas.

No Brasil acontece de tudo, tem até venda de Iya odu pelo correio, você deposita alguns dólares no West Union e recebe uma vasilha cheia de folhas secas e um certificado dizendo que você é Oluwo.

Em nosso país se você se passar por sacerdote católico você vai preso na mesma hora, porém se você disser que é Bàbàláwo sem ser nada acontece, quem consegue entender isso?

Uma pessoa qualquer constrói uma casa bonita compra roupas yorubanas e posta na rede social que é Bàbàláwo, sem ser, e nada acontece, na Nigéria se a mesma situação acontece o sujeito fica anos na prisão.

Até entendo isso que acontece, no Brasil temos vários ex-presidentes, ex-governadores, ex-senadores comprovadamente ladrões em liberdade, entendo, mas, não aceito.

A minha indignação é a mesma indignação de milhares de pessoas que já foram enganadas em nome dos orixás.

Falsos, incompetentes, bandidos se passam por babalawos, oluwos, arabas e babalorixás todos os dias e ninguém faz nada, até quando isso vai continuar?

Até quando vão ser vendidos títulos falsos, certificados pela ganância e pela ambição.

No território Yoruba um Bàbàláwo estuda durante anos, dedica uma vida inteira a Ifá sem receber certificado, será que o nosso povo não entende que o papel aceita tudo.

Enquanto isso dinheiro vai certificado vem.







Orunmila e os falsos sacerdotes.



Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola.

Na noite passada conversando com uma amiga da internet me ocorreu fazer uma pesquisa no código penal brasileiro, fiz a seguinte constatação:
Artigo 307 Código Penal.

Atribuir-se ou atribuir à terceira falsa identidade para obter vantagem em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem:
Pena.

Detenção, de três (três) meses a 1 (um) ano, ou multa, se o fato não constitui elemento de crime mais grave.

O crime de falsa identidade:

Art. 304 - Fazer uso de qualquer dos papéis falsificados ou alterados, a que se referem os arts. 297 a 302:
Pena - a cominada à falsificação ou à alteração.

Pune-se quem faz uso (e não somente tem a posse) de documentos falsificados, públicos ou privados, oriundos das práticas criminosas previstas nos artigos 297/302: a) falsificação de documento público (art. 297); b) falsificação de documento particular (art. 298); c) falsidade ideológica (art. 299); d) falso reconhecimento de firma ou letra (art. 300); e) certidão ou atestado ideologicamente falso (art. 301); f) falsidade de atestado médico (art. 302).

A pena em nosso país para essa safadeza com agravante pode chegar á 15 anos na cadeia, mas nada acontece com os falsos sacerdotes de nossa religião.

Já na Nigéria além de ser preso o sujeito pode ser surrado em publico como forma de exemplo para coibir novas tentativas, mesmo assim nos maiores aeroportos do território yoruba é comum acontecer à prisão de falsos sacerdotes que enganam turistas menos avisados.

Imaginem se isso acontecesse no Brasil, ás prisões estaria lotadas, tem muita gente com casa bonita, roupa bonita e uma ficha policial bem feia, se passando por sacerdote para tomar o dinheiro do povo.

No território brasileiro vendedor de obi vira bàbàláwo, vendedor de roupa africana vira bàbàláwo e até muçulmano vira bàbàláwo é só desembarcar no aeroporto e o sujeito se transforma no maior conhecer sobre orixá.

Acontece que aqui tanto os brasileiros como os nigerianos não são presos por mentir que são sacerdotes, o máximo que acontece é o sujeito ser chamado de mentiroso.

Eu atendo vitimas desses mentirosos todos os dias, tem um em São Paulo que deveria estar na cadeia sendo que o próprio Oluwo dele diz que ele não é bàbàláwo, mas nada acontece.

Tem outro em Uberlândia que até responde alguns processo, mas segue em liberdade, engando e roubando as pessoas.

No Brasil acontece de tudo, tem até venda de Iya odu pelo correio, você deposita alguns dólares no West Union e recebe uma vasilha cheia de folhas secas e um certificado dizendo que você é Oluwo.

Em nosso país se você se passar por sacerdote católico você vai preso na mesma hora, porém se você disser que é Bàbàláwo sem ser nada acontece, quem consegue entender isso?

Uma pessoa qualquer constrói uma casa bonita compra roupas yorubanas e posta na rede social que é Bàbàláwo, sem ser, e nada acontece, na Nigéria se a mesma situação acontece o sujeito fica anos na prisão.

Até entendo isso que acontece, no Brasil temos vários ex-presidentes, ex-governadores, ex-senadores comprovadamente ladrões em liberdade, entendo, mas, não aceito.

A minha indignação é a mesma indignação de milhares de pessoas que já foram enganadas em nome dos orixás.

Falsos, incompetentes, bandidos se passam por babalawos, oluwos, arabas e babalorixás todos os dias e ninguém faz nada, até quando isso vai continuar?

Até quando vão ser vendidos títulos falsos, certificados pela ganância e pela ambição.

No território Yoruba um Bàbàláwo estuda durante anos, dedica uma vida inteira a Ifá sem receber certificado, será que o nosso povo não entende que o papel aceita tudo.

Enquanto isso dinheiro vai certificado vem.







sexta-feira, 14 de agosto de 2015

O verdadeiro amor


Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

Um dia desses sai com um amigo e quando passamos por uma loja ele me mostrou uma moça muito bonita e percebi que ele se sentiu atraído por ela, ele não parava de olhar para a moça mesmo tendo um compromisso com outra pessoa.

 Eu disse a ele que ele deveria se separar e tentar uma aproximação com a moça da loja.

 Falei para o jovem rapaz, o amor é lindo demais para suportar inseguranças e incertezas.

 Vá em busca do verdadeiro amor, quando você amar de verdade você só vai enxergar a pessoa amada, não vai existir lembranças do passado e nem atrações repentinas porque o seu coração vai estar ocupado com o verdadeiro amor.

 A vida é uma só e tudo passa muito rápido para quem está com dúvidas, se entregar ao verdadeiro amor é fundamental, busque a felicidade.






O verdadeiro amor


Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

Um dia desses sai com um amigo e quando passamos por uma loja ele me mostrou uma moça muito bonita e percebi que ele se sentiu atraído por ela, ele não parava de olhar para a moça mesmo tendo um compromisso com outra pessoa.

 Eu disse a ele que ele deveria se separar e tentar uma aproximação com a moça da loja.

 Falei para o jovem rapaz, o amor é lindo demais para suportar inseguranças e incertezas.

 Vá em busca do verdadeiro amor, quando você amar de verdade você só vai enxergar a pessoa amada, não vai existir lembranças do passado e nem atrações repentinas porque o seu coração vai estar ocupado com o verdadeiro amor.

 A vida é uma só e tudo passa muito rápido para quem está com dúvidas, se entregar ao verdadeiro amor é fundamental, busque a felicidade.






terça-feira, 11 de agosto de 2015

O maior Bàbàláwo da história.

The biggest story of Bàbàláwo



Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola


O Araba Akano Fasina Agboola, em 1935 consultou ifá e foi orientado a mudar se de Osogbo para a cidade de Lagos dando assim inicio a uma página importante da história de ifá no mundo.

O Araba Akano mudou se para o bairro conhecido como Ebute Metta, em Lagos, esse valoroso sacerdote fez mais de 2000 iniciações, tornando se assim o maior Bàbàláwo da história.

O saudoso Araba tinha como odu Ogbe Alara, ele era filho carnal do Oluwo Ifasina do odu Ogbe Di, ele era neto do Oluwo Ifagbemi do odu Ogbe Meji e bisneto do Oluwo Fatoki do odu Ogbe Sa.
O Araba tinha dez mulheres e mais de trinta filhos, com a esposa a Iyanifa Mojisola Olasinde Agboola teve varios filhos todos iniciados em Ifá, entre eles o Oluwo Oyeniyi Awolola e o Araba Awodiran Agboola.

Os Bàbàláwos da família Agboolà hoje atendendo na Nigéria, Inglaterra, Estados Unidos, Brasil, Venezuela, Mexico, Espanha e Uruguai seguem dando continuidade ao trabalho iniciado na cidade de Osogbo, pelo saudoso Arabá Akano.

Muitos dos sacerdotes mais importantes do ifá na Nigéria receberam instruções do Arabá Akano entre seus discípulos estão alguns Arabás de outras famílias.

O projeto Ifá é para todos do Bàbàláwo Ifágbaíyin Agboolà tem como sua missão primeira fortalecer a religião tradicional yoruba no Brasil, divulgando o culto do Òrìșà Òrúnmìlà.

O nosso projeto já fez iniciações em três países e em treze estados do território nacional, tornando assim acessível para pessoas de baixa renda os ensinamentos de ifá a iniciação.

Dia 12 de agosto faz 1260 dias que começou o projeto Ifá é para todos, nesse período viajamos 133 mil quilômetros e fizemos 1457 iniciações, para a honra de nosso ancestral, Akano Fasina Agboola.

O projeto ifá é para todos teve inicio no dia 14 de fevereiro do ano 2012, a ideia do projeto visa baixar os custos das iniciações de adultos e iniciar crianças gratuitamente, garantindo assim que em um futuro tenhamos ótimos sacerdotes de ifá em nosso país.

*Dados fornecidos pelo Araba Awodiran Agboola






O maior Bàbàláwo da história.

The biggest story of Bàbàláwo



Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola


O Araba Akano Fasina Agboola, em 1935 consultou ifá e foi orientado a mudar se de Osogbo para a cidade de Lagos dando assim inicio a uma página importante da história de ifá no mundo.

O Araba Akano mudou se para o bairro conhecido como Ebute Metta, em Lagos, esse valoroso sacerdote fez mais de 2000 iniciações, tornando se assim o maior Bàbàláwo da história.

O saudoso Araba tinha como odu Ogbe Alara, ele era filho carnal do Oluwo Ifasina do odu Ogbe Di, ele era neto do Oluwo Ifagbemi do odu Ogbe Meji e bisneto do Oluwo Fatoki do odu Ogbe Sa.
O Araba tinha dez mulheres e mais de trinta filhos, com a esposa a Iyanifa Mojisola Olasinde Agboola teve varios filhos todos iniciados em Ifá, entre eles o Oluwo Oyeniyi Awolola e o Araba Awodiran Agboola.

Os Bàbàláwos da família Agboolà hoje atendendo na Nigéria, Inglaterra, Estados Unidos, Brasil, Venezuela, Mexico, Espanha e Uruguai seguem dando continuidade ao trabalho iniciado na cidade de Osogbo, pelo saudoso Arabá Akano.

Muitos dos sacerdotes mais importantes do ifá na Nigéria receberam instruções do Arabá Akano entre seus discípulos estão alguns Arabás de outras famílias.

O projeto Ifá é para todos do Bàbàláwo Ifágbaíyin Agboolà tem como sua missão primeira fortalecer a religião tradicional yoruba no Brasil, divulgando o culto do Òrìșà Òrúnmìlà.

O nosso projeto já fez iniciações em três países e em treze estados do território nacional, tornando assim acessível para pessoas de baixa renda os ensinamentos de ifá a iniciação.

Dia 12 de agosto faz 1260 dias que começou o projeto Ifá é para todos, nesse período viajamos 133 mil quilômetros e fizemos 1457 iniciações, para a honra de nosso ancestral, Akano Fasina Agboola.

O projeto ifá é para todos teve inicio no dia 14 de fevereiro do ano 2012, a ideia do projeto visa baixar os custos das iniciações de adultos e iniciar crianças gratuitamente, garantindo assim que em um futuro tenhamos ótimos sacerdotes de ifá em nosso país.

*Dados fornecidos pelo Araba Awodiran Agboola