segunda-feira, 9 de maio de 2016

Nota de falecimento




Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola 

Faleceu hoje finalmente depois de agonizar por muito tempo a vergonha dos políticos brasileiros, faleceu o respeito que os brasileiros mantinham por seus representantes, faleceu um sonho que ainda pudesse haver homens dignos ligados a politica.

Quando se opôs a decisão do parlamento o deputado Waldir Maranhão matou milhares de brasileiros que serão vitimados por assaltantes e assassinos nas ruas confiantes que nesse país não existe justiça.

Houve uma época no Brasil que ladrões e assassinos cometiam seus crimes escondidos na escuridão da noite, hoje eles desfilam nos telejornais e nas colunas sociais se divertindo com a ingenuidade de parte do nosso povo.

As crianças e os adolescentes brasileiros estão sendo criados assistindo esse circo em que tudo se pode e a ninguém se respeita.

 O futuro do nosso país esta comprometido pela falta de vergonha e de caráter de pessoas que seguem usando de malandragem.

Animais travestidos com colarinhos brancos continuam covardemente se alimentando no seio da nação, como víboras traiçoeiras esperam o melhor momento para atacar, rastejantes envenenadores do país.

A podridão da latrina na capital da nação poluiu de tal forma os céus de nosso país que impossibilitou a visão de dias melhores.

Respirar ares de liberdade tão contaminados pela impunidade e a falta de justiça social indignam homens de bem.

Vivemos um momento que pessoas honestas fogem da politica dando espaço para vermes ocuparem o congresso.

A falta de homens dignos dispostos a enfrentar os saques da nação contribuiu para o total discreto de nossos governantes.

É chegada a hora de expor a nossa opinião, de exigir respeito a um povo que sempre foi ordeiro e gentil, é chegada a hora de homens e mulheres de bem, dizerem um basta à corrupção.

A quase total extinção de seres pensantes com disposição para enfrentar os maus feitores foi construída por uma educação que valoriza a capacidade de pensar e substitui a logica por um conceito pré-estabelecido do que nunca foi verdade tornando o errado certo.
Infelizmente oque dizer de grande parte de um povo que se omiti as decisões da nação, a indiferença ao ocorrido no meio politico, implica em uma coautoria da barbárie.

 Homens de bem devem deixar claro aos nossos governantes que a festa terminou que eles devem tirar suas mascaras porque todos já conhecem seus rostos.

Autor: Bàbàláwo Ifagbaiyin Agboola



Nota de falecimento




Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola 

Faleceu hoje finalmente depois de agonizar por muito tempo a vergonha dos políticos brasileiros, faleceu o respeito que os brasileiros mantinham por seus representantes, faleceu um sonho que ainda pudesse haver homens dignos ligados a politica.

Quando se opôs a decisão do parlamento o deputado Waldir Maranhão matou milhares de brasileiros que serão vitimados por assaltantes e assassinos nas ruas confiantes que nesse país não existe justiça.

Houve uma época no Brasil que ladrões e assassinos cometiam seus crimes escondidos na escuridão da noite, hoje eles desfilam nos telejornais e nas colunas sociais se divertindo com a ingenuidade de parte do nosso povo.

As crianças e os adolescentes brasileiros estão sendo criados assistindo esse circo em que tudo se pode e a ninguém se respeita.

 O futuro do nosso país esta comprometido pela falta de vergonha e de caráter de pessoas que seguem usando de malandragem.

Animais travestidos com colarinhos brancos continuam covardemente se alimentando no seio da nação, como víboras traiçoeiras esperam o melhor momento para atacar, rastejantes envenenadores do país.

A podridão da latrina na capital da nação poluiu de tal forma os céus de nosso país que impossibilitou a visão de dias melhores.

Respirar ares de liberdade tão contaminados pela impunidade e a falta de justiça social indignam homens de bem.

Vivemos um momento que pessoas honestas fogem da politica dando espaço para vermes ocuparem o congresso.

A falta de homens dignos dispostos a enfrentar os saques da nação contribuiu para o total discreto de nossos governantes.

É chegada a hora de expor a nossa opinião, de exigir respeito a um povo que sempre foi ordeiro e gentil, é chegada a hora de homens e mulheres de bem, dizerem um basta à corrupção.

A quase total extinção de seres pensantes com disposição para enfrentar os maus feitores foi construída por uma educação que valoriza a capacidade de pensar e substitui a logica por um conceito pré-estabelecido do que nunca foi verdade tornando o errado certo.
Infelizmente oque dizer de grande parte de um povo que se omiti as decisões da nação, a indiferença ao ocorrido no meio politico, implica em uma coautoria da barbárie.

 Homens de bem devem deixar claro aos nossos governantes que a festa terminou que eles devem tirar suas mascaras porque todos já conhecem seus rostos.

Autor: Bàbàláwo Ifagbaiyin Agboola



Iniciação em òrìsà e Ifá.




Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

Infelizmente já não me surpreende mais o grande número de pessoas que se afastam do culto a òrìsà, a grande maioria delas tenta de toda forma encontrar uma solução para os seus problemas, porém depois de muito tentar, terminam se afastando de seus sacerdotes e muitas vezes até mesmo da religião.

Em quase a totalidade dos casos, podemos observar dois fatores específicos que contribuem para que o fato acima descrito aconteça.

 O primeiro é o quase total desconhecimento da verdadeira proposta religiosa do culto á òrìsà.
 O segundo o despreparo e a falta de critério de muitos dos sacerdotes.

No passado postamos um texto chamado “Religião de regras,” na tentava de explicar muitas das falhas ocorridas ao longo do tempo em nossa religião. Nesse texto vamos seguir um raciocínio paralelo na tentativa de evidenciar as falhas que constatamos no dia a dia, e também considerando as experiências adquiridas no atendimento de ex- praticantes do culto ao òrìsà em varios estados de nosso país.

A grande maioria das pessoas entra para a religião buscando solução para problemas muitas vezes incluídos em uma demanda ansiosa por respostas que nunca vão ser encontradas.

 O sagrado pode ser acessado, mas jamais vai ser desmistificado sem estudo e dedicação, a falta de cultura e o desconhecimento implicam diretamente na exacerbação do inimaginável como solução.

A máxima de que se não há uma resposta, se inventa uma, contribui para o descredito de muitos dos sacerdotes ocasionando diretamente o afastamento de milhares de adeptos.

Relativo aos dois elementos citados acima como desencadeadores dos fatos em andamento abordarei cada situação há seu tempo iniciando pelos fatos que comprometem o desenvolvimento da relação iniciado e iniciador pelo iniciado ou adepto.
Sempre considerando a boa vontade para explicar os temas em discussão, embora não tenhamos a intenção de figurar como donos da verdade. A nossa opinião é fundamentados naquilo que acreditamos sempre dispostos a ouvir outras opiniões.

Iniciado ou adepto:

- A expectativa criada em nossa religião para as soluções divinas não são sentidas no catolicismo, nem no judaísmo e nas demais religiões, seria porque o nosso Deus é mais poderoso que o das demais religiões?

 Ou seria que na mente de nossos adeptos foi criada uma ilusão sobre a temática da influencia divina em nosso dia a dia?

É bem verdade que Deus é um só, então prefiro considerar a incapacidade de raciocínio de nossos adeptos gerada por uma quase total falta de informação, implicando diretamente na decepção e no afastamento.

Se Deus e os òrìsàs estivessem a nossa disposição para resolver todas as nossas dificuldades nas áreas sentimentais, financeiras e emocionais, a pergunta que faço é, qual seria o motivo para vivermos?
Quando você sabe o que esperar da sua fé a decepção com o divino não existe, a felicidade se acentua e o destino é visto com a certeza que a quase totalidade dos acontecimentos foram escolhas nossas.

A força superior pode ser invocada, ela nos ouve e nos responde, infelizmente na grande maioria das vezes não escutamos a sua voz.

O iniciador (sacerdote):

Abordaremos a questão do sacerdócio nesse texto exclusivamente ao tocante do conhecimento e do preparo do oficiante dos rituais, considerando que a ética já foi abordado por nós no texto, “A ética e o sacerdócio”.

Vamos analisar a iniciação como fato isolado do elemento gerador do afastamento dos adeptos de nossa religião considerando o relato dos mesmos, embora em nossa opinião, tais fatos se originem em uma gama bastante variada de implicações.

Tomaremos como exemplo uma iniciação no òrìsà Ògún.

Partindo do principio que a teologia yoruba explica que os òrìsàs se originam dos odus supondo que o iniciador esteja se orientando pelos versos de ifá, sendo assim haveria inúmeras formas de acesso ao mesmo òrìsà, contida em odus com conteúdos diferenciados.

Sendo assim se o iniciador acessar o òrìsà Ògún no odu Iwori méjì, o conflito armado envolvendo a vida do iniciado poderá se tornar uma constante em seu dia a dia.

Já sem o devido preparo a mesma iniciação do òrìsà Ògún no odu Ògúndá Òfún, implicará em situações que poderão atrair o ilícito para o caminho do iniciado.

Por outro lado uma iniciação do òrìsà citado acima no odu Ògúndá Ìrosùn se bem aplicada devera implicar diretamente em prosperidade e ascensão do adepto.

A quantidade de odus que podem ser usados para culto do mesmo òrìsà é muito grande e a sua variação implica em situações recorrentes na vida do iniciado, positivas ou até mesmo negativas.
Imaginem que se em uma consulta o odu é fator determinante, o que dizer de uma iniciação, somente um profundo conhecimento sobre Ifá pode indicar o caminho a seguir.

Vamos observar os resultados diferentes de uma mesma iniciação em pessoas diferentes sem que tenhamos uma explicação logica.
Considerando o quase total desconhecimento sobre odu em nosso país, isso explicaria o grande numero de decepções com as iniciações.

O mesmo òrìsà que é positivo para Pedro pode não ser para João, as mesmas condições oferecidas para João podem ser insuficientes para o Orí de Pedro.

Imaginemos então a mesma iniciação no òrìsà Ògún, por despreparo ser constituída tomando como base o odu Ògúndá Iwori que fala da fúria desses òrìsà, o desconhecimento e o despreparo poderiam ser catastróficos.
Na verdade se diminuirmos os anseios dos iniciados lhes oferecendo mais informações e capacitarmos os iniciadores, o fluxo de abandono da nossa religião em quase a sua totalidade será contido.
 Essa é a razão porque insisto em uma divulgação da palavra de Òrúnmìlà por bons sacerdotes.

Bàbàláwos bem preparados podem reverter o processo de esvaziamento das casas de òrìsàs, para isso é necessário o entrosamento entre adeptos e os sacerdotes de ifá e òrìsà, sem isso jamais vamos poder explicar para a população aquilo que elas anseiam dos òrìsàs.

Sem um profundo estudo dos versos de ifá tentar justificar o que se desconhece é menosprezar os anseios daqueles que tem fé.





Iniciação em òrìsà e Ifá.




Autor: Babalawo Ifagbaiyin Agboola

Infelizmente já não me surpreende mais o grande número de pessoas que se afastam do culto a òrìsà, a grande maioria delas tenta de toda forma encontrar uma solução para os seus problemas, porém depois de muito tentar, terminam se afastando de seus sacerdotes e muitas vezes até mesmo da religião.

Em quase a totalidade dos casos, podemos observar dois fatores específicos que contribuem para que o fato acima descrito aconteça.

 O primeiro é o quase total desconhecimento da verdadeira proposta religiosa do culto á òrìsà.
 O segundo o despreparo e a falta de critério de muitos dos sacerdotes.

No passado postamos um texto chamado “Religião de regras,” na tentava de explicar muitas das falhas ocorridas ao longo do tempo em nossa religião. Nesse texto vamos seguir um raciocínio paralelo na tentativa de evidenciar as falhas que constatamos no dia a dia, e também considerando as experiências adquiridas no atendimento de ex- praticantes do culto ao òrìsà em varios estados de nosso país.

A grande maioria das pessoas entra para a religião buscando solução para problemas muitas vezes incluídos em uma demanda ansiosa por respostas que nunca vão ser encontradas.

 O sagrado pode ser acessado, mas jamais vai ser desmistificado sem estudo e dedicação, a falta de cultura e o desconhecimento implicam diretamente na exacerbação do inimaginável como solução.

A máxima de que se não há uma resposta, se inventa uma, contribui para o descredito de muitos dos sacerdotes ocasionando diretamente o afastamento de milhares de adeptos.

Relativo aos dois elementos citados acima como desencadeadores dos fatos em andamento abordarei cada situação há seu tempo iniciando pelos fatos que comprometem o desenvolvimento da relação iniciado e iniciador pelo iniciado ou adepto.
Sempre considerando a boa vontade para explicar os temas em discussão, embora não tenhamos a intenção de figurar como donos da verdade. A nossa opinião é fundamentados naquilo que acreditamos sempre dispostos a ouvir outras opiniões.

Iniciado ou adepto:

- A expectativa criada em nossa religião para as soluções divinas não são sentidas no catolicismo, nem no judaísmo e nas demais religiões, seria porque o nosso Deus é mais poderoso que o das demais religiões?

 Ou seria que na mente de nossos adeptos foi criada uma ilusão sobre a temática da influencia divina em nosso dia a dia?

É bem verdade que Deus é um só, então prefiro considerar a incapacidade de raciocínio de nossos adeptos gerada por uma quase total falta de informação, implicando diretamente na decepção e no afastamento.

Se Deus e os òrìsàs estivessem a nossa disposição para resolver todas as nossas dificuldades nas áreas sentimentais, financeiras e emocionais, a pergunta que faço é, qual seria o motivo para vivermos?
Quando você sabe o que esperar da sua fé a decepção com o divino não existe, a felicidade se acentua e o destino é visto com a certeza que a quase totalidade dos acontecimentos foram escolhas nossas.

A força superior pode ser invocada, ela nos ouve e nos responde, infelizmente na grande maioria das vezes não escutamos a sua voz.

O iniciador (sacerdote):

Abordaremos a questão do sacerdócio nesse texto exclusivamente ao tocante do conhecimento e do preparo do oficiante dos rituais, considerando que a ética já foi abordado por nós no texto, “A ética e o sacerdócio”.

Vamos analisar a iniciação como fato isolado do elemento gerador do afastamento dos adeptos de nossa religião considerando o relato dos mesmos, embora em nossa opinião, tais fatos se originem em uma gama bastante variada de implicações.

Tomaremos como exemplo uma iniciação no òrìsà Ògún.

Partindo do principio que a teologia yoruba explica que os òrìsàs se originam dos odus supondo que o iniciador esteja se orientando pelos versos de ifá, sendo assim haveria inúmeras formas de acesso ao mesmo òrìsà, contida em odus com conteúdos diferenciados.

Sendo assim se o iniciador acessar o òrìsà Ògún no odu Iwori méjì, o conflito armado envolvendo a vida do iniciado poderá se tornar uma constante em seu dia a dia.

Já sem o devido preparo a mesma iniciação do òrìsà Ògún no odu Ògúndá Òfún, implicará em situações que poderão atrair o ilícito para o caminho do iniciado.

Por outro lado uma iniciação do òrìsà citado acima no odu Ògúndá Ìrosùn se bem aplicada devera implicar diretamente em prosperidade e ascensão do adepto.

A quantidade de odus que podem ser usados para culto do mesmo òrìsà é muito grande e a sua variação implica em situações recorrentes na vida do iniciado, positivas ou até mesmo negativas.
Imaginem que se em uma consulta o odu é fator determinante, o que dizer de uma iniciação, somente um profundo conhecimento sobre Ifá pode indicar o caminho a seguir.

Vamos observar os resultados diferentes de uma mesma iniciação em pessoas diferentes sem que tenhamos uma explicação logica.
Considerando o quase total desconhecimento sobre odu em nosso país, isso explicaria o grande numero de decepções com as iniciações.

O mesmo òrìsà que é positivo para Pedro pode não ser para João, as mesmas condições oferecidas para João podem ser insuficientes para o Orí de Pedro.

Imaginemos então a mesma iniciação no òrìsà Ògún, por despreparo ser constituída tomando como base o odu Ògúndá Iwori que fala da fúria desses òrìsà, o desconhecimento e o despreparo poderiam ser catastróficos.
Na verdade se diminuirmos os anseios dos iniciados lhes oferecendo mais informações e capacitarmos os iniciadores, o fluxo de abandono da nossa religião em quase a sua totalidade será contido.
 Essa é a razão porque insisto em uma divulgação da palavra de Òrúnmìlà por bons sacerdotes.

Bàbàláwos bem preparados podem reverter o processo de esvaziamento das casas de òrìsàs, para isso é necessário o entrosamento entre adeptos e os sacerdotes de ifá e òrìsà, sem isso jamais vamos poder explicar para a população aquilo que elas anseiam dos òrìsàs.

Sem um profundo estudo dos versos de ifá tentar justificar o que se desconhece é menosprezar os anseios daqueles que tem fé.