quinta-feira, 3 de abril de 2014

IR E VIR



CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:

XV - é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz, podendo qualquer pessoa, nos termos da lei, nele entrar, permanecer ou dele sair com seus bens.

Gostaria de convidar os meus amigos para refletir sobre o artigo 5º da constituição do nosso país, é interessante que alguns líderes religiosos não percebam que é necessário cumprir a lei para desenvolver trabalho apreciável.

Se você não permite que um iniciado em sua casa se afaste ou que ele busque outra casa para consultar algo não esta bem, a pessoa deve ter liberdade para sair pela mesma porta que entrou, não conheço nenhum verso de ifá que obrigue um iniciado a seguir seu iniciador em caso de não haver mais um relacionamento equilibrado.

Se os nossos filhos que acompanhamos desde antes do nascimento não somos proprietários, o que dizer de “filhos” de religião?

Essas pessoas que muitas vezes nos procuram em um momento difícil de suas vidas, tem uma forma própria de ver a vida e a religião, então como vamos controla-las?

É impossível, é inadequado e sem sentido.

Muitas vezes alguém que chegou a sua casa desempregado e que agora esta em uma situação financeira privilegiada muda completamente o foco, a pedida já não é mais a mesma e deixamos de ser útil, a pergunta é temos o direito de impedir essa mudança?

Conheci muitos jovens que entraram na religião porque queriam uma namorada ou ser aprovado no vestibular, hoje são ótimos profissionais e esqueceram os orisás e as pessoas que os iniciaram, será que isso motiva para uma vingança?

Não vejo com bons olhos as pessoas que se afastam das casas que os serviram e saem falando mal de seus sacerdotes, assim como abomino as historias de alguns sacerdotes fazendo alusão a detalhes da vida intima de alguém por ele iniciado.

Se a louça rachou não é necessário quebrar o restante, você pode colar e usar de outra forma bem diferente, porque o amigo íntimo de ontem deve ser o inimigo de amanha?

Coisas da relação humana que de forma desumana presenciamos no dia a dia, o homem virar animal e considerar que se você não esta a favor dele certamente esta contra, esquece ele que o ar que ele respira não tem proprietário e o mesmo sol que o ilumina pode queimar a pela de outra pessoa.

A verdade é que é muito duro você vê que seu filho está adulto e que começa a tomar decisões sem pedir a sua opinião, se isso acontece em nossas casas porque não aconteceria nas casas de religião, temos que saber entender as necessidades das pessoas, elas mudam como muda o vento.

Uma pessoa que tenha um problema afetivo hoje e que todo dia me procurar para se lamentar se iniciada no orisa certo pode viver um grande amor para toda vida, porque ela iria continuar se lamentando se esta feliz, o entender é parte do querer bem, o compreender é irmão gêmeo da aceitação, sem aceitação não existe entendimento.

Há muitos anos, em uma conversa com mãe Edelsuita, comentei com ela que algumas pessoas tinham saído de minha casa, ela calmamente me disse meu filho somos como postos de gasolina as pessoas chegam com o tanque vazio, abastecem e segue a viagem, em um primeiro momento a frase me chocou, hoje tenho certeza que tudo que ela me disse esta certo.

Soube que em alguns lugares as pessoas pedem uma importância em dinheiro para entregar os orisás que elas receberam para assentar, se a pessoa não deve nada, porque ela teria que pagar para ser liberada, será que isso é uma indenização para o ego do sacerdote, será que esse dinheiro consegue afastar a tristeza de quem se vê sozinho?

A solidão é um monstro cruel que quando domesticado serve para fortalecer o pensar, ampliar o querer e apurar o sentir.

Resta aprender a viver com lembranças, mas com esperanças renovadas, quem viver no passado se atrapalha com o presente, mas quem esquece as experiências comete os mesmos erros, viver é se equilibrar, entre o querer e o poder.

Se você apertar muito o pássaro entre as suas mãos nunca sentira a alegria de ver o seu voo.


  “Filho é um ser que Deus nos emprestou para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isso mesmo! Ser mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é se expor a todo tipo de dor, principalmente da incerteza de estar agindo corretamente e do medo de perder algo tão amado.”

José Saramago

quarta-feira, 26 de março de 2014

  

EUFEMISMO




Primeiramente para ficar bem esclarecido o medo é uma condição, que pode ser imposta por ações, gestos ou de forma sutil levando a pessoa a um raciocínio direto de forma indireta. Existem várias formas de conduzir um dialogo produzindo efeitos mirabolantes aos feitos outrora citados, na realidade é o sujeito que faz propaganda dele mesmo e não cansa de dizer o quanto ele é perverso.

Analisando o relato de inúmeras pessoas atendidas por mim, essa pratica é muito comum, o sujeito nos primeiros contatos demonstra sempre ser bom e compreensivo, mas com o passar do tempo vai introduzindo afirmações do quanto ele é poderoso criando na vitima uma aérea de impacto que com golpes sucessivos imprimi a marca do medo, criando um espaço para opressão e a extorsão.

Na realidade o mau caráter premedita muitas vezes de forma inconsciente, mas na maioria das vezes segue um script bem conhecido e bastante comum.

Quando ele percebe que a vitima o teme ele se engrandece e menospreza a capacidade de defesa da vitima, ele maximiza o seu suposto conhecimento e minimiza a capacidade de raciocínio do então dominado, esse teatro de horrores incapacita a ação de defesa e vulnera e deprimi uma reação futura.

O comportamento acima descrito serve como preparação da extorsão e da opressão, o oprimido costuma abrir mão de somas que ele não tem em um momento que ele não poderia, justo para a pessoa que menos merece. Esse estado de abalo envolve de tal forma a vitima que além de pagar altas somas inconscientemente divulga uma imagem positiva daquele que o oprimi por temer reações ainda mais agressivas e submetendo as a extorsão e a chantagem.

O arquétipo do valentão sabido e todo poderoso é reforçado com uma dose forte de um pretenso dom sobre natural que o torna um ser especial qualificado a capacidade extraordinária que o dimensiona em tal importância que os demais sempre se sentem minúsculos, traduzindo isso tudo é o famoso morde e assopra, mantendo a vitima assustada, mas não deixando que ela se desespere por que se isso acontecer ela pode buscar ajuda fora, e os sabidão não querem perder os benefícios financeiros e muitas vezes íntimos já alcançados.

No inconsciente se você aprofundar analise do comportamento acima descrito será encontrado aquele que subjuga força, mas que na verdade é um fraco, que quer parecer forte.
Ele se impõe desfrutando do clima de terror e do pânico instalado para pousar de líder, mas a submissão e a extorsão caracterizam a dependência e em hipótese alguma retratam a admiração ou o respeito.

Em seu interior o chantagista opressor sabe do porque manter a vitima próxima dele, além de imprimir o medo ele precisa constantemente amplificar diante da vitima o seu conhecimento, sendo assim a vitima teme buscar novos horizontes porque acredita que não existe outras pessoas com a mesma capacidade que o seu opressor. Esse jogo de gato e rato pode seguir por muito tempo, para o gato matar o rato é terminar com a brincadeira, então disfarçado de amigo ele demonstra uma preocupação que não existe, um respeito que nunca houve, e uma amizade que gera lucros.

É interessante ver que a situação é comum em vários segmentos religiosos, mas na verdade isso é caracterizado no comportamento humano, no dia a dia vemos vários exemplos, você já ouviu falar daquele gerente que propõe vantagens se receber uma atenção sexual adequado, ou ouviu falar daquele chefe de setor que promete uma folga no sábado para o subalterno que relata a opinião dos colegas sobre ele.

Está implícito no mau caráter o desejo de chantagear, a necessidade de oprimir e o prazer de reprimir, isso sempre visando algum tipo de vantagem, mesmo que seja um prazer de se sentir algo que ele já mais vai ser, é como se um gato se visse em um espelho imaginando ser um leão, em sua pretensão as garras e os dentes assim como a juba são frutos da sua imaginação, a arrogância com quem não consegue reagir e as armas por ele usadas demonstram a covardia nele nítida caracterizando um comportamento doentio e repulsivo.

E com eufemismo eu descrevo muitos supostos lideres que eu conheço.


Babalawo Ifagbaiyin Agboola


A criatividade no Ifá.




Esse texto é em homenagem ao meu ojugbonan João Assef, que sempre demonstrou o principal ensinamento de ifá a honestidade.

Há mais de vinte quando me iniciei em ifá vi o que ifá como uma linguagem única contida nos versos tradicionais, já naquela época me dediquei as possíveis variantes fui iniciado em Oro que na família que fazia parte chamava se Oron variantes de região e até de países para não citar influencias culturais e históricas, todas as aceitáveis do ponto de vista cultural.

O tempo passou e a minha cabeça ainda se nega a aceitar as variantes criativas e proponho nesse texto chamar a atenção dos meus leitores para uma reflexão sem apontar o dedo, mas com uma indicação clara que a criatividade é perniciosa no culto a orisa.
Vamos analisar a seguinte questão, isefa:

Por que alguém colocaria um opon em uma pré-iniciação de isefa, se ela ainda desconhece o odu e o opon é um instrumento de sacerdote?

Por que alguém colocaria um iroke em uma pré-iniciação de isefa, se ela ainda desconhece o odu e iroke é um instrumento de sacerdote?

Por que alguém colocaria um opele em uma pré-iniciação de isefa, se ela ainda desconhece o odu e opele é um instrumento de sacerdote?

Por que alguém colocaria um ajere em uma pré-iniciação de isefa, se ela ainda desconhece o odu e o ajere é um instrumento de sacerdote?

Por que alguém colocaria um irukere em uma pré-iniciação de isefa, se ela ainda desconhece o odu e irukere é um instrumento que caracteriza a iniciação?

Por que alguém pintaria um omo ifá se a pintura é usada na iniciação?

Por que alguém rasparia a cabeça no isefa se vai ser obrigado a raspar na iniciação (itefa)?

Existem varias formas aceitáveis para responder essas questões, uma delas seria a difenças das famílias e locais de origem, mas se em todo território yoruba, isefa não é considerado iniciação e sim pré-iniciação como explicar as questões acima?

Eu já vi de tudo, vi fotos de awos entrando no igbodu com o opele no pescoço então eles receberam o opele antes de saberem seu odu?

A verdade é que o povo brasileiro tem uma criatividade muito grande estou vendo com o passar do tempo babalawo dando consulta com o preto velho, nada mais me surpreende.

Não quero dizer que todo mundo é safado, mas que o povo é criativo não podemos negar, tem até iniciação sem os rituais de Osun (que representa os antepassados do babalawo) quem poderia imaginar iniciação sem Osun?

Tem até um maluco colocando o cabelo dos iniciados dentro do Exu o sujeito vai se iniciar tira o cabelo para levar com ele dentro do Exu o seu próprio carrego por toda a vida?

Tem um doido que até coloca fogo no Exu na iniciação, isso deve ser um problema mental, porque iniciar a pessoa botando fogo no Exu dela é coisa de maluco!

A verdade é que não consigo aceitar a criatividade no Ifá!


Babalawo Ifagbaiyin Agboola

sexta-feira, 7 de março de 2014

Amor e ódio


Uma vez ouvi dizer que o sentimento mais próximo do amor é o ódio, dizem os especialistas nessa aérea que uma pessoa quando ama muito e o seu amor é rejeitado imediatamente esse sentimento se transforma em ódio.

Resolvi abordar essa questão como forma de descrever alguns incidentes do passado, tive oportunidade de ver algumas fotos e observar com cuidado algumas pessoas, o sentimento que elas têm por mim é tão forte que podemos descrever como doença.

Alguns desses indivíduos me imitam em tudo na minha forma de falar, rezar e até na minha forma de vestir, pessoas que não usavam idé e que hoje usam uma grande quantidade de idé nos dois pulsos sem mesmo saber o porquê, ou melhor, eles sabem o porquê, porque querem ser como o Ifagbaiyin.

É terrível que isso aconteça porque pessoa que não escreviam hoje copiam parte dos meus textos e pousam de escritor no facebook, pessoas que me idolatravam e que por uma razão ou outra tivemos um afastamento, é fácil identificar tais pessoas elas hoje são os meus maiores inimigos, mas há pouco tempo atrás uma delas me disse (você é o maior sacerdote que eu vi em toda minha vida, nunca imaginei conhecer alguém como você, você é tudo que eu quero ser em um futuro), é difícil acreditar que uma pessoa que fez essa declaração lidere um pequeno grupo contra mim.

O tempo passa e de forma implacável ele julga aqueles que falam demais, um desses senhores o ano passado comentou com algumas pessoas que eu estava acabado, depois que ele comentou isso fiz mais de 200 iniciações estranho que o pensamento negativo dessas pessoas me favoreçam tanto.

Quem não conhece a história pode achar que eu sou arrogante, mas me conhecendo melhor vai entender esse texto, não é arrogância é descrença nas pessoas, o mesmo sujeito que comeu na minha mesa um dia, no outro reza abilu contra mim, esquecem eles que se eles têm orisá eu também tenho e com detalhe eu já tinha orisá quando eles nasceram.

O amor e o ódio explicam as alterações no sentir, mas a consciência é quem julga o agir, e se você agi de má fé certamente vai enfrentar problemas, eu estou tão bem com a minha consciência que às vezes até me divirto com os magos de plantão.

Ifá é muito bom comigo, os orisás são muito bondosos, eu só tenho a agradecer, vivo minha vida fazendo o que eu amo, e junto com quem eu amo o amor, o carinho e o respeito pelos orisás me fazem seguir em frente, às vezes me entristeço com essas pequenas coisas criadas por pessoas pequenas.

Mas até que a mentalidade do nosso povo mude vamos temperando a nossa alegria com esses pequenos problemas, com a certeza que ninguém consegue enganar tantos por tanto tempo, imagino que a verdadeira historia possa ser contada em breve, resta no momento entrelinhas com sofismo descrever o que é obvio o despeito e o ciúme.



terça-feira, 4 de março de 2014

Ebó Riru e o FILA (CHAPÉU).

Aboru aboye Araba Agbaye Aworeni



Aboru aboye Araba Elebuibon 



Aboru aboye Oluwo mi



Nas famílias mais importantes do ifá no mundo, o uso do fila é considerado uma coisa bastante comum.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Jeitinho brasileiro e o ifá



Muito se tem falado sobre o jogo de cintura dos brasileiros e a sua criatividade, na realidade em minha opinião o que o povo chama de jeitinho brasileiro, para mim é uma tentativa de ludibriar as regras, então se você não gosta de regras não se inicie em ifá.

Vejamos em minha caminhada vi sacerdotes com casa aberta sem Ogun assentado, vi pessoas atendendo com merindilogun sem ter Osun assentado, vi Egungun sendo assentado para quem não é iniciado e vi Ogun assentado em apartamento isto tudo faz parte do famoso jeitinho brasileiro.

Analisando com calma algumas situações por mim encontradas no dia a dia das consultas mesmo que eu quisesse não poderia fechar os olhos para tantos equívocos, uma iniciação em Iya mi, assim como uma iniciação em Egungun e ifá, tem diversos segredos na verdade quase tudo não deve ser divulgado, mas cada ato de um itefa é descrito em um odu, o odu para consagrar um iroke é diferente de um odu para consagrar um opon, assim como para consagrar um opele existe um odu que descreve a cerimonia.

O comportamento de um Babalawo assim como o de sua Iyapetebi é descrito nos versos de ifá o simples ato de colocar uma folha da boca de um cabrito consta dos versos de ifá, a higiene de um Babalawo consta dos versos de ifá, se você quer usar cabelo comprido e não de fazer a barba vai ser um roqueiro, um Babalawo segue regras e isso esta bem claro.

O jeitinho brasileiro não tem lugar no ifá, se você acha que sou chato, eu sou mesmo, se você quer enganar as pessoas e levar vantagem em tudo procure outro Egbe na nossa família seguimos regras, se você não respeita as pessoas procure outro caminho o ifá que conheço exige uma postura exemplar de seus membros não somos perfeitos, mas buscamos a perfeição o tempo todo.

É lamentável que em muitos seguimentos o nosso povo seja reconhecido no exterior pelo seu comportamento desregrado, um exemplo simples é o numero de brasileiros que ocupam as cadeias dos mais diversos países. A população carcerária internacional tem dados alarmantes sobre o povo brasileiro, é bem verdade que algumas pessoas são enganadas em outros países, mas a realidade sobre o comportamento de algumas pessoas do nosso povo dentro e fora do nosso país é vergonhosa.

O povo que curte o Big Brother e o Faustão é o mesmo que elegeu o Tiririca, é o pessoal que acha que a maconha não vicia e que pagar o pedágio das rodovias é um roubo, é o pessoal que faz o famoso “gato” na energia elétrica, dirigi os veículos sem habilitação, bebem umas cervejinhas todos os dias e não pagam suas contas.

Graças a Deus esse povo é uma minoria e a famosa lei de Gerson (levar vantagem em tudo), esta desaparecendo, o nosso povo esta acordando.

O ifá existe para contribuir para a melhora das pessoas, mas não faz vistas grossas para a falta de caráter, o ifá exige a mudança, a consciência do problema implica diretamente na responsabilidade da mudança se você não quer mudar não se informe, fique na sua insignificância, a ignorância vai justificar os seus erros.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

PROJETO
IFÁ É PARA TODOS.


Inicio do trabalho quinze de fevereiro de 2012.

Objetivo

Diminuindo os custos de atendimento o projeto ifá é para todos compartilha com publico em geral as informações necessárias para o culto de Orunmila e o realinhamento com o destino.

O combate aos autos custos aplicado atualmente às iniciações em ifá tem como objetivo levar as informações e o atendimento para pessoas com o poder aquisitivo baixo.

Com esse projeto, jovens e idosos, assim como pessoas portadoras de deficiência físicas e mentais tem atendimento gratuito.

Seguindo as orientações de ifá estamos há dois anos viajando pelo nosso país, agende conosco a visita a sua cidade.

Quem já alcançou o topo puxa a mão do amigo para que também possa alcançar!


Babalawo Ifagbaiyin Agboola

domingo, 12 de janeiro de 2014

Aboru aboye Egbe Ifá Ogbe Bara

Só hoje estou tendo oportunidade de agradecer aos babalawos e iyanifas, oje s e omo ifá do Egbe Ifá Agboola, pelo apoio e carinho nos últimos cinquentas dias.

O trabalho foi intenso e a paciência de vocês assim como a alegria e o respeito que pautou os rituais e as iniciações, assim como todos os momentos de um fraterno convívio.

Nos últimos cinquenta e dois dias participamos de mais de oitenta e três iniciações, sendo que oito delas em egungun, inúmeros itefas e isefas, assim como iniciações em Iya mi e Esu, Ogun Oya, Sango, Osun e Obatala.

Registro aqui agradecimento especial a minha iya apetebi iyanifa Ifakemi Iyanifa, que esteve sempre ao meu lado me incentivando com o seu carinho. Agradeço também ao babalawo Ifatunde Agbaiye Ajobi AgboolaLeandro Soares) a Iyanifa Iya Ifáṣinà Agboolá Ti Íyèwà, ao babalawo Ifadire Ajobi Agboola, babalawo Ifaseun Ifatunde Ajobi Agboola, babalawo Ifawolé Ajobi Agboola, iyanifa Ifadun Ajobi Agboola, babalawo Ifasegun Ajobi Agboola, omo ifá Ifáseun Oloogun Ajobí Agboolà, Ifawolé Ajobi Agboola,Cassio Miguel), Ifagbemileke Ajobi Agboola ( Fabio), Ifáwolé Ajobi Agboola (Fernando Tadeu)Ifagbemi L'ayo Ajobi Agboola ( Indaiá Nunes), Ifademilade Ajobi Agboola, (Melissa), Ifagbamila Ajobi Agboola (Fernando), Ifá Omi Niye Ajobi Agboola (Sabrina), oje Obalade Ajobi Agboola (Wilson), oje Omo N' la Ajobi Agboola Valter Dias), oje Jade Ajobi Agboola , (Carlos) oje L' ayo Ajobi Agboola ( Antonio Vieira), oje Dare Ajobi Agboola ( Marcelino), iya Kórin L'ayo (Jenifer) Ifafumilayo Ajobi Agboola (Lidiamar)e todos aqueles que ajudaram, sem vocês nada disso seria possível.


Mo dupe o